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Somos uma das empresas pioneiras do ramo de software no País a ser avaliada pelo projeto MPS.Br.

A princípio, nosso objetivo não era a obtenção de um nível de maturidade, e sim a compreensão das boas práticas sugeridas pelo MPS.Br, e na forma como poderíamos usufruir da experiência do modelo e aprimorar nosso método de trabalho, que se baseia em metodologias ágeis (Scrum).

Em 2007 a UNUM (com o nome antigo de INTEQ) foi avaliada como nível G. Durante o período de implementação deste nível, os resultados já eram perceptíveis e o grau de aderência era bastante alto. Foi desenvolvida pela equipe interna da Qualidade uma ferramenta com os princípios do Scrum e premissas do MPS.Br. 

Desde então, a UNUM continuou trabalhando nos seus processos visando sempre a agilidade, eficiência e satisfação dos seus clientes e usuários internos. Em 2011, fomos avaliados novamente, sendo a primeira empresa no Brasil a obter o nível E do modelo MPS.BR, utilizando a versão 2011.

Além do controle de projetos já institucionalizado, foram incorporadas novas funcionalidades que passaram a permitir uma total gestão de estimativas, custos e garantia da qualidade. Indicadores de eficiência foram introduzidos,  permitindo-nos realizar um trabalho mais acurado.

Seguindo nossa filosofia de total interação e transparência entre os profissionais da UNUM e seus clientes, estes podem acompanhar em tempo-real a evolução dos projetos, passando a gerenciar de forma mais efetiva a condução e tomada de decisões, potencializando assim o sucesso inerente a todos nossos clientes.

Sobre o MPS.Br

O MPS.Br ou Melhoria de Processos do Software Brasileiro é um modelo de melhoria da qualidade de processos que se baseia no CMMI, nas normas ISO/IEC 12207 e ISO/IEC 15504 e na realidade do mercado brasileiro.

O MPS.Br vem sendo desenvolvido pelo Softex, pelo governo e por universidades, contando com o apoio do Ministério da Ciência e Tecnologia, FINEP e do Banco Interamericano de Desenvolvimento.

Sua estrutura baseia-se em conceitos relacionados a sete níveis de maturidade, que são, em ordem crescente, os níveis G, F, E, D, C, B e A, em que cada nível tem suas características próprias. A cada novo nível, devem ser mantidas as premissas do nível anterior e acrescentadas as novas peculiaridades do nível obtido.

Seguem descrições de cada um dos níveis do modelo:
  • Nível G (parcialmente gerenciado): São implantadas as gerências de requisitos e de projeto.
  • Nível F (gerenciado): São acrescidos os processos de aquisição, gerência de configuração, gerência de portfólio de projetos, garantia da qualidade e medição.
  • Nível E (parcialmente definido): A partir deste nível, são inseridos novos elementos no processo de gerência de projetos tratado no nível G e iniciados os processos de definição, avaliação e melhoria do processo organizacional, gerência de recursos humanos e gerência de reutilização.
  • Nível D (largamente definido): Evolução no processo de desenvolvimento de requisitos, inclusão dos processos voltados à solução técnica, integração de produto, instalação do produto, liberação do produto, verificação e validação.
  • Nível C (definido): Introduzidas melhorias no processo de análise de decisão e resolução, e a gerência de riscos.
  • Nível B (gerenciado quantitativamente): Implantados o desempenho de processo organizacional e a gerência quantitativa do projeto.
  • Nível A (em otimização): Inovação e implantação na organização e a análise e resolução de causas.
"A UNUM passou a ter melhor controle de seus projetos, principalmente em estimativas de prazos e custos, associado à garantia da qualidade"